Não podemos entrar nessa de PT ou PSB nas campanhas de Flávio Dino e Roberto Rocha. Cabe inclusive o PSDB.
Como no Acre, há anos atrás, que para derrotar Hidelbrando Pascoal e sua máfia, foi preciso uma coalizão de todas as correntes republicanas, democráticas e populares, indo do PT até ao PSDB, com exceção dos partidos remanescentes da ditadura militar.
No Maranhão, bem pior do que no Acre, trata-se da mais longa oligarquia no poder do Brasil e do mundo ocidental e oriental. Não é apenas um poder efémero, mas de algo muito complexo que envolve até uma forte influência na república. Isso somado a um poderio econômico e de monopólio de meios de comunicação.
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