Na capa da revista "The Economist" de 12 de novembro de 2009, o Cristo
do Corcovado disparava como um foguete. Era "O Brasil que decola". Em 9
de julho de 2012, o "Financial Times" falava num Brasil "depois do
Carnaval". Será que o empuxo do Cristo Redentor-foguete era tão fraco
que só o faria subir um pouco, para logo cair, e a "Economist" não havia
se dado conta? Ou é o "Financial Times" que vê a Quarta-Feira de Cinzas
que não chegou? Ou podem os dois ter errado e o que ocorre com o Brasil
não corresponderia nem ao sucesso relatado em 2009 nem ao fracasso
noticiado em 2012?
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