
O Flanklin está adoentado. A doença é a lembrança da nossa finitude material e todos seremos molestados. Neste momento doloroso para ele, sua família e seus amigos o que nos impulsiona é a crença de que DEUS está no controle de tudo. Flanklin é jovem e forte. Todos precisamos dele. Ele superará esse desconforto e vencerá.
Meus queridos, minhas queridas,
Agradeço a todas e todos as manifestações que tenho recebido. Estou em SP, no hospital Beneficência Portuguesa. Não está dando para ler todos os emails ou mesmo atender aos telefonemas. É que estou repetindo uma bateria de exames. Mas a Cris, minha esposa, me repassa tudo.
Vim para cá após 30 dias de investigação e não ter obtido um diagnóstico preciso acerca de uma "infecção" por febre diária (sempre a partir das 17h) de origem não-identificada. Por ter ido ao Pará em férias, os médicos trabalharam a hipótese de doenças tropicais como malária, chagas, calazar ou febre tifóide. Contudo, nos quase 50 exames que fiz (sangue, endoscopia, plasmodium, HIV, hepatites, mielograma etc), deu tudo negativo. Chegamos a administrar um antibiótico para a febre tifóide, mas não houve resposta. Ao final, durante uma internação de 04 dias na UDI, indicou-se a possibilidade de uma neoplasia, após uns nódulos encontrados no fígado. O que nos levou a optar por vir rapidametne para São Paulo. Aqui, até o momento, nada descartado, nada confirmado sobre diagnóstico. Continuo em exames.
Assim, obrigado a todos e todas.
Franklin Douglas
Agradeço a todas e todos as manifestações que tenho recebido. Estou em SP, no hospital Beneficência Portuguesa. Não está dando para ler todos os emails ou mesmo atender aos telefonemas. É que estou repetindo uma bateria de exames. Mas a Cris, minha esposa, me repassa tudo.
Vim para cá após 30 dias de investigação e não ter obtido um diagnóstico preciso acerca de uma "infecção" por febre diária (sempre a partir das 17h) de origem não-identificada. Por ter ido ao Pará em férias, os médicos trabalharam a hipótese de doenças tropicais como malária, chagas, calazar ou febre tifóide. Contudo, nos quase 50 exames que fiz (sangue, endoscopia, plasmodium, HIV, hepatites, mielograma etc), deu tudo negativo. Chegamos a administrar um antibiótico para a febre tifóide, mas não houve resposta. Ao final, durante uma internação de 04 dias na UDI, indicou-se a possibilidade de uma neoplasia, após uns nódulos encontrados no fígado. O que nos levou a optar por vir rapidametne para São Paulo. Aqui, até o momento, nada descartado, nada confirmado sobre diagnóstico. Continuo em exames.
Assim, obrigado a todos e todas.
Franklin Douglas










