29 de set. de 2007

Eles não engordam. Nem envelhecem

O segredo da saúde dos japones está no prato.

Eles caminham, praticam esportes e viajam.

Sete dicas para uma vida magra e longa

>A dieta japonesa se baseia em peixe, soja, arroz, vegetais e frutas.

>Os japoneses comem porções bem menores, servidas sobre louça pequena e bonita. O segredo é comer várias vezes ao dia, em pequenas quantidades.

>A culinária japonesa é super rápida e ultra suave. A autora explica no livro que, em vez de torrar e assar, as japonesas cozinham a vapor, grelham refogam, cozinham em fogo baixo ou fritam rapidamente em fogo alto.

>Os japoneses comem arroz em vez de pão às refeições.

>As mulheres japonesas são as rainhas do café da manhã energético.

>As mulheres japonesas são loucas por sobremesa...de modo especial. 'A diferença', escreve Naomi, 'é que elas comem sobremesas com menor freqüência e em porções menores.'
>As mulheres japonesas têm um relacionamento diferente com a comida. A dieta japonesa dá poucos moticos para fazer dieta.

Lenções Maranhenses e as sete maravilhas naturais do mundo

Maranhão, Piauí e Ceará vão reforçar a campanha para que os Lençóis Maranhenses sejam escolhidos como uma das sete maravilhas naturais do mundo, informou o governador Jackson Lago durante a instalação oficial do Comitê Pró-Lençóis nesta sexta-feira, 28, no salão de atos do Palácio dos Leões. O comitê é formado por representantes do estado, município de Barreirinhas, entidades como a Associação Comercial do Maranhão, Ibama, Fecomércio, São Luís Convention Bureau e sociedade civil organizada. Os governadores do Piauí e Ceará serão formalmente convidados pelo governador para fazer parte do comitê.Os estados que integram o Consórcio Interestadual de Turismo formatado desde o início deste ano vão participar da campanha publicitária que objetivamente visa estimular a votação no fenômeno natural maranhense. A votação acontece via internet pelo site www.votelencois.com até a data da escolha, marcada para 8 de outubro do próximo ano. O governador Jackson Lago acessou o site e deu o primeiro voto após a instalação oficial do Comitê Pró-Lençóis. As obras da rodovia é uma das metas da Frente Parlamentar Pró-Lençóis, constituída na Câmara dos Deputados pelo deputado federal Roberto Rocha (PSDB) com participação de parlamentares dos três estados e de outras unidades da federação. A indefinição do ecossistema dos Lençóis Maranhenses é um vetor que o deputado considera importante para alavancar a campanha. Segundo Rocha, o presidente da Câmara, deputado Arlindo Chinaglia (PT-SP), fará uma visita aos Lençóis Maranhense ainda este ano. O convite também foi estendido à deputada federal Lídice da Mata (PSB-BA), presidente da Comissão de Turismo e Desportos da Câmara.O deputado reconhece o apoio que o governador Jackson Lago tem dado à Frente e também a repercussão junto ao Legislativo estadual. Na Assembléia Legislativa, os deputados estaduais acataram a idéia de Roberto Rocha e também criaram a Frente Estadual Pró-Lençóis.
São Luís, 28/09/2007

28 de set. de 2007

A cidade dos livros

Desde a conquista da escrita, poucas coisas modificaram tanto quanto nossa maneira viver, como a popularização dos livros. Na sociedade de consumo a indústria colocou nas mãos de todo o cidadão da classe média, confortos comparáveis somente a que tiveram os imperadores na antiguidade. E é verdade que os automóveis, a refrigeração para os alimentos, os meios de comunicação, a avalanche de informação, os sistemas da provisão de bens ao consumidor, o projeto industrial e o conforto são vantagens notáveis para aqueles que podem ter acesso a elas. Mas poucas coisas foram tão radicalmente inovadoras como ter-se evoluído das bibliotecas medievais restritas, nas quais tinha-se que reter o conhecimento na memória (o livro não podia ser tirado de lá), a menos que fosse o bispo ou o abade, à biblioteca pessoal ou à biblioteca pública próxima e acessível.Ler não é necessariamente uma garantia de sensatez e sabedoria. Muitos confundem a capacidade de soletrar, de encadear as sílabas, de decifrar um texto, com a arte de ler. Mas a leitura verdadeira consiste em liberar a carga de emoção, a imaginação, sensibilidade, sentido, e o ritmo que há em um texto, e os textos mais ricos são certamente os textos literários. Toda a língua é inicialmente um exercício dos sons e sua origem é confundida com a música. E a escrita é uma invenção tardia, já que toda a escrita consiste em extrair sons. Por essa razão, muito antes da técnica para decifrar a escrita, éramos criaturas orais, e se enganam aqueles que pensam que a tradição oral é um estágio ultrapassado da cultura, que agora nós estamos na época da memória escrita. Estas duas tradições, a verbal e a escrita são complementares, e não podemos renunciar a nenhuma das duas, já que será necessário sempre o som das palavras para apreciar o enigmático prazer da leitura.


O melhor do dia é revisitar Monteiro Lobato

Monteiro Lobato começou a escrever aos 14 anos, quando publicou sua primeira crônica para o jornal "O Guarani". Além de escritor, foi fazendeiro de café, desenhista, pintor, pesquisador de babaçu, adido comercial do Brasil nos Estados Unidos, industrial e editor. Sua primeira editora, a Monteiro Lobato & Cia., foi criada em 1919, quando havia pouco mais de 30 livrarias na época. Ele foi aos Correios e conseguiu uma listagem de pequenos negócios espalhados por todo o país. Despachou lotes de livros junto com uma carta. Oferecia o produto consignado e uma porcentagem nas vendas. Foi então que nasceu sua célebre frase "Um país se faz com homens e livros". Dois dias antes de sua morte, em 5 de julho de 1948, Monteiro Lobato declarou numa entrevista: "Meu cavalo está cansado e o cavaleiro tem muita curiosidade em verificar, pessoalmente, se a morte é vírgula ou ponto final".

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27 set, 2007

27 de set. de 2007

Cururupu instalará Pólo da Univima


Cururupu será o próximo município do estado a implantar o Pólo da Universidade Virtual do Maranhão (Univima). A equipe de técnicos da instituição visitará a cidade esta semana para a avaliação do local onde funcionará o Pólo Tecnológico da Universidade. Além da Univima, a prefeitura do município pretende instalar ainda um Centro Vocacional Tecnológico (CVT) voltado para cursos de embarcações artesanais. A idéia de instalar a Univima em Cururupu surgiu da parceria do governo com a prefeitura local, que visa levar educação de qualidade à população. Conversei ainda pouco com José Francisco Pestana,prefeito da cidade, onde relatou:o. "Cururupu é o maior produtor de pescado do estado, por isso é necessário termos a Univima lá, para ofertar cursos de capacitação voltados para as demandas locais", afirmou. O prefeito disse ainda que a instalação do CVT é de grande relevância devido a grande demanda de pedidos de barcos que o município recebe. "O CVT voltado para cursos de embarcações artesanais aprimoraria a arte da construção naval da cidade, já que se trata de uma atividade muito antiga e difundida pela cidade, pois lá em Cururupu possuímos três estaleiros voltados para a construção de embarcações", informou.

Urbanidade do sobrado de Chico Maranhão

A Universidade Virtual do Estado do Maranhão (Univima), por meio da Coordenação do Núcleo Univima Cultural, lança, nesta quinta-feira (27), às 19h, no Espaço Caixa, na Rua Portugal, o livro “Urbanidade do Sobrado: um estudo sobre a arquitetura do sobrado de São Luís”, do músico, escritor e arquiteto Chico Maranhão. Neste trabalho, Chico Maranhão resgata a sua formação acadêmica na área da arquitetura, como resultado da conclusão de mestrado feito pelo autor em 1999, na Universidade Federal de Pernambuco, e que agora foi publicado pela editora Hucitec, em São Paulo.Francisco Fuzzeti de Viveiros Filho, mais conhecido como Chico Maranhão, nasceu em um sobrado tradicional em São Luís, cidade reconhecida e marcada pela sua arquitetura colonial singular. O autor apresenta nesta publicação um rico material, sem adaptações que representam a dissertação completa de sua pesquisa. O livro não é composto de uma linguagem técnica, o autor vai além, com a busca de palavras poéticas, claras e evidenciando o grande amor que tem pelo tema e pela cidade. O estudo de Chico Maranhão representa a única publicação no estado sobre os casarões, garantindo registros na memória bibliográfica quanto à preservação da história da arquitetura que é Patrimônio Cultural da Humanidade. Os estudos do autor recorreram a grandes nomes da cultura maranhense como: Cezar Marques, Graça Aranha, Aluísio de Azevedo bem como outros nomes.

Ganrantido recursos para conclusão da ponte do Tocantins

Marcio Favilla, secretário executivo do Ministério das Relações Institucionais, garantiu a liberação dos recursos necessários para conclusão da ponte sobre o rio Tocantins ao governador Jackson Lago e aos deputados federais da base de apoio, em audiência, no Palácio do Planalto. A agenda do governador, na capital federal, incluiu ainda um encontro com Pedro Brito, ministro dos Portos e um almoço na embaixada da China, à convite do embaixador , Chen Duqing.Para o governador, o sinal verde do ministério é uma demonstração de sensibilidade às urgências da região tocantina, que se refletirá no desenvolvimento econômico de todo o Maranhão. Estavam presentes os deputados federais Sebastião Madeira, Roberto Rocha, Carlos Brandão, Pinto Itamaraty, Ribamar Alves, Flávio Dino, Domingos Dutra, Julião Amin e Cleber Verde. De acordo com Alexandre Padilha, subchefe de assuntos federativos, o cronograma de liberação de emendas de bancada deve ser antecipado e pode iniciar a partir de outubro. A emenda soma R$ 47 milhões, cerca de metade do valor da obra, iniciada no governo José Reinaldo. Quando finalizada, a ponte reduzirá em 160 quilômetros o escoamento da produção do estado do Tocantins até o Porto do Itaqui, em São Luís.

Jackson estreita relação com a China

Jackson Lago foi um dos poucos governadores do país convidado para o almoço em celebração ao 58º aniversário da proclamação da República Popular da China. O evento reuniu cerca de 300 pessoas, entre diplomatas, empresários, representantes do governo federal e da classe política.

25 de set. de 2007

Jango e um projeto de nação interropida

Jango e um projeto de nação interrompido27/08/2007"O Brasil de João Goulart: um projeto de nação" (Editora Contraponto, 2006) é uma obra que reúne pronunciamentos do presidente João Goulart, inclusive o famoso discurso feito na Central do Brasil em março de 1964, e um conjunto expressivo de textos dos principais integrantes da geração de pensadores que o Brasil já teve: de Celso Furtado a Cesar Benjamin. O livro foi organizado pelos historiadores Oswaldo Munteal, Jacqueline Ventapane e Adriano de Freixo.

24 de set. de 2007

O capitalismo financeiro cresce no país

As operações de crédito oferecidas pelo sistema financeiro somaram R$ 841,5 bilhões em agosto, subindo de 32,5% para o equivalente a 33,1% do Produto Interno Bruto (PIB), informou o Banco Central nesta segunda-feira, 24. De julho para agosto, o estoque de crédito cresceu 2,9% no País, acumulando expansão de 24,8% em 12 meses até o mês passado.
Deu pra perceber o tanto que cresce o capitalismo financeiro e monopolista. Somente os banqueiros , segundo o Dieese, controlam mais de 50% de toda riqueza no Brasil. Isso é apenas um setor do capitalismo, está fora dessa estatística a indústria, o agronegócio e o comércio. E os trabalhadores? Aumenta o percentual dos totalmente despossuídos.

Concessão pública: dia 05 vem aí

"O que me deixa feliz é que nunca neste país os setores mais representativos do Brasil se mobilizaram para tratar da democratização dos meios de comunicação, processo fundamental num Estado de caráter centralizador e patrimonialista como o nosso". Assim a deputada Luiza Erundina (PSB-SP), presidente da Subcomissão de Ciência e Tecnologia da Câmara dos Deputados, definiu a importância da discussão que ganha cada mais espaço na sociedade civil.

O verdadeiro choque de civilização: 1 bilhão de pessoas faveladas

A expressão "choque de civilizações" como formato das futuras guerras da humanidade foi cunhada pelo fracasssado estrategista da Guerra do Vietnã Samuel P. Huntington. Para Mike Davis, um dos criativos pesquisadores norte-americanos sobre temas atuais como "holocaustos coloniais" ou "a ameaça global da gripe aviária", a guerra de civilizações se daria entre a cidade organizada e a multidão de favelas do mundo. Seu recente livro "Planeta Favela"(2006) apresenta uma pesquisa minuciosa (apesar da bibiografia ser quase toda em inglês) sobre a favelização que está ocorrendo aceleradamente por todas as partes. A humanidade sempre se organizou de um jeito que grupos fortes se apropriassem da Terra e de seus recursos, deixando grande parte da população excluida. Com a introdução do neoliberalismo a partir de 1980 este processo ganhou livre curso: houve uma privatização de quase tudo, uma acumulação de bens e serviços em poucas mãos de tal monta que desestabilizou socialmente os paises periféricos e lançou miilhões e milhões de pessoas na pura informalidade. Para o sistema eles são "oleo queimado", "zeros econômicos", "massa supérflua" que sequer merece entrar no exército de reserva do capital. Essa exclusão se expressa pela favelização que ocorre no planeta inteiro na proporção de 25 milhões de pessoas por ano. Segundo Davis 78,2% das populações dos paises pobres é de favelados (p.34). Dados da CIA de 2002 dava o espantoso número de 1 bilhão de pessoas desempregadas ou subempregadas favelizadas. Junto com a favela vem toda a corte de perversidades, como o exército de milhares de crianças exploradas e escravizadas, como em Varanasi (Benares) na India na fabricação de tapetes, ou as "fazendas de rins" e outros órgãos comercializados em Madras ou no Cairo e formas inimagináveis de degradação, onde pessoas "vivem literalmente na merda".

Blog': uma onda que pegou e democratiza a informação

Somente no mês de agosto nada menos de 9 milhões de pessoas leram blog no Brasil. O número equivale a 46% dos brasileiros que acessaram a rede mundial a partir de casa no mês passado, revela um estudo do Ibope/Netratings.

Professor da Uema é eleito presidente da SBSP

O coordenador do Programa de Pós-Graduação em Agroecologia da UEMA, Emanuel Gomes de Moura, foi eleito presidente da Sociedade Brasileira de Sistemas de Produção (SBSP). A eleição aconteceu entre os dias 4 e 6 deste mês, no VII Congresso da entidade, realizado em Fortaleza-CE. Um fator que, segundo o professor, foi determinante para a eleição de um nordestino como presidente da SBSP, consiste na alta demanda que o Maranhão possui na área agrícula, ao ponto de ser chamado Arábia Verde, com a corri9da dos biocombustíveis.

Governo apresenta projetos e programas do estado

São otimistas as expectativas de desenvolvimento do MA a partir do gov. Jackson Lago. Os principais projetos estruturais são: a energia renovável, o biocombustível, a modernização das guzerias, florestas energéticas, o zoneamento agroecológico, o pólo tecnológico, a refinaria, a siderúgica, as Zonas de Processamento de Exportação(ZPEs), o incremento dos´pólos industriais de São Luís e Imperatria/Açailândia/Porto Franco/Estreito e a usina hidrelétrica de Estreito.
O estado conta com parcerias fundamentais para alavancar e a elevação do IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) , quais sejam: R$1 bilhão do BB, R$700 milhões do PAC e a expectativa de mais de 20 bilhões de origem da iniciativa privada.
O governo apresentou, no último dia 14 , projetos e programas planejados para o estado, durante o seminário "Maranhão Democrático e Solidário", realizado no auditório do Rio Poty Hotel.

Biblioteca Pública Benedito Leite comemora 178 anos

Isso não sai na mídia tradicional. Mas uma data dessa é motivo de orgulho para nós Maranhanses. A Biblioteca Pública Benedito Leite comemora 178 anos , dia 29 (sábado),e nesse dia será lançado o projeto Conversas Literárias, encontros que debaterão temas relacionados com poesia, romance ...e escritores Maranhenses.

21 de set. de 2007

Sobre as concessões de TV's

Os titulares do direito à informação são os cidadões, e não as empresas de comunicação.

Qualquer semelhança é mera coincidência

Fábio Jr, representante nacisista de uma geração que já ultrapassou 60 anos, parece ter feito algumas correções e revisões faciais. Seu soriso, como de um certo prefeito e de uma política quase presidente do país, está muito parecido com o de Jack Nicholson, quando ele fez o papel de O Coringa, no Batman.

20 de set. de 2007

A ERA DAS MÁQUINAS ESPIRITUAIS

Você acha pouco provável que, em menos de 100 anos, o ser humano atingirá a imortalideade, com capacidade de transferir a mente do seu corpo para máquinas capazes de pensar? O certo é que até 2015 o computadoe superará a capacidade de processamento de informação e a complexidade do cérebro humano.

O Ciberespaço já é aqui

O escritor americano William Gibson inventou o termo ciberespaço em 1982, para se referir ao ambiente virtual criado pelas redes de computadores. Dois anos depois, publicou seu romance de estréia, Neuromancer , que influenciou a trilogia Matrix e se tornou o trabalho mais conhecido do subgênero da ficção científica chamado cyberpunk.
Com Reconhecimento de Padrões(2003), Gibson deixou de escrever sobre o futuro. Na década de 80 ele disse: "O futuro já está aqui; só não está bem distribuido". Numa entrevista publicada pelo Washington Post, no dia 6/9 e republicada no JB no outro dia, o escritor revisitou o conceito de ciberespaço: " Quando escrevir Neuromancer , quase 25 anos atrás, o ciberspaço estava lá, e aqueles momentos sem conectividade, cada vez mais raros, estão lá. E agora tudo é ciberespaço."
Ele lançou um livro este ano, ainda sem tradução para o Português, chamado: Spook Country .

18 de set. de 2007

O governo Lula numa enclusilhada

O PT, no seu 3º Congresso, deu mostras de sitonia, e não somente de dissintonia, com seu governo. Se tanto insistiu no socialismo enquanto seu alvo próprio, é porque acredita que esse é o caminho a ser trilhado e , diria, já está sendo, embora em mínimas proporções . A pergunta que deveria ser colocada em questão é, então, a seguinte: onde ela estaria ocorrendo e como conciliá-la com suas mesmas práticas "neoliberais". Há um hiato amazônico entre o que se diz (vide resoluções do 3º congresso) e o que se faz no governo petista.
Fantasma existem. Às vezes, atacam. O PT não poderá dá as costas as forças que o edificaram, pois delas dependem um sono e um futuro tranquilos. Desconheço outro sistema social mais próximo da justiça do que o socialismo. O governo Lula não pode está de maõs dadas com o neoliberalismo. Se isso acontecer é o fim.

17 de set. de 2007

Filme sobre Evo Morales estreia em outubro

O Filme Evo Pueblo, que narra a vida do presidente da Bolívia, Evo Morales, estreará no final de outubro.
O filme conta a vida de Evo desde a infância no altiplano, os diversos trabalhos que teve para sobreviver, a liderança sindical como produtor de coca na região de Abapare, a entrada na política e sua chegada à Presidência da Bolívia em janeiro de 2006.

Fernando Meireles comerça a filmar "ensaio sobre a cegueira"

O ceneasta brasileiro Fernando Meireles, indicado ao Oscar por Cidade de Deus e por O Jardineiro Fiel, iniciou neste sábado as filmagens da adaptação cinemetográfica do romance de José Saramago, Ensaio sobre a Cegeuira.
"Um dia normal na cidade. Os carros parados numa esquina esperam o sinal mudar. A luz verde acende-se, mas um dos carros não se move. Em meio às buzinas enfurecidas e à gente que bate nos vidros, percebe-se o movimento da boca do motorista, formando duas palavras: Estou cego."
Assim começa o novo romance de Saramago, tomara que o filme seja tão bom quanto o livro.

Manifesto dos Sem-Mídia

Reproduzo a íntegra do manifesto que considero importantíssimo para o democratização tanto dos acessos às concessões públicas quanto das gestões dos meios de comunicações de massa. sou Sou um dos signatários deste documento.
Manifesto dos Sem-Mídia
setembro de 2007

"Vivemos um tempo em que a informação se tornou tão vital para o homem que passou a integrar o arcabouço de seus direitos fundamentais. Defender a boa qualidade da informação, pois, é defender um dos mais importantes direitos fundamentais do homem. É por isso que estamos aqui hoje.

No transcurso do século XX, novas tecnologias geraram o que se convencionou chamar de mídia, isto é, o conjunto de meios de comunicação em suas variadas manifestações, tais como a secular imprensa escrita, o rádio, o cinema, a televisão e, mais recentemente, a internet. Essa mídia, por suas características intrínsecas e por suas ações extrínsecas, tornou-se componente fundamental da estrutura social, formada que é por meios de comunicação de massa.

Em todas as partes do mundo - mas, sobretudo, em países continentais como o nosso -, quem tem como falar para as massas controla um poder que, vigendo a democracia, equipara-se aos Poderes constituídos da República. E, vez por outra, até os suplanta. Essa realidade pode ser constatada pela simples análise da história de regiões como a América Latina, em que o poder dos meios de comunicação logrou eleger e derrubar governos, aprovar leis ou impedir sua aprovação, bem como moldar costumes e valores das sociedades. Contudo, há fartura de provas de que, freqüentemente, esse descomunal poder não foi usado em benefício da maioria.

Não se nega, de maneira alguma, que as mídias, sobretudo a imprensa escrita, foram bem usadas em momentos-chave da história, como nos estertores da ditadura militar brasileira, quando a pressão (tardia) de parte dessa imprensa ajudou a pôr fim à opressão de nossa sociedade pelo regime dos generais. Todavia, é impossível ignorar que a ditadura foi imposta ao país graças, também, à mesma imprensa que hoje vocifera seus neopendores democráticos, nascidos depois que sua recusa pretérita de aceitar governos eleitos legitimamente atirou o país naquela ditadura de mais de vinte anos.

O
lado perverso da mídia também se deve, por contraditório que possa parecer, à sua natureza privada, uma natureza que também é - ou deveria ser - uma de suas virtudes. Nas mãos do Estado, a mídia seria uma aberração, mas quando é pautada exclusivamente por interesses privados, seu lado obscuro emerge tanto quanto ocorreria na primeira hipótese, pois um poder dessa magnitude acaba sendo usado por diminutos grupos de interesse. Nas duas situações, quem sai perdendo é a coletividade, pois o interesse de poucos acaba se sobrepondo ao de todos.

A submissão da mídia ao poder do dinheiro é um fato, não uma suposição. Os meios de comunicação privados nada mais são do que empresas que visam lucro e, como tais, sujeitam-se a interesses que, em grande parte das vezes, não são os da coletividade, mas os de grandes e poderosos grupos econômicos. Estes, pelo poder que têm de remunerar o “idealismo” que lhes convêm, cada vez mais vão fazendo surgir jornalistas dispostos a produzir o que os patrões requerem, e o que requerem, via de regra, é o mesmo que aqueles grupos econômicos, o que deixa a sociedade desprotegida diante da voracidade daqueles que podem (?) esmagar divergências simplesmente ignorando-as.

É nesse ponto que jornalistas e seus patrões contraem uma união estável com facções políticas e ideológicas que não passam de braços dos interesses da iniciativa privada, dos grandes capitais nacionais e transnacionais, do topo da pirâmide social. E a maioria da sociedade fica órfã, indefesa diante do poder dos de cima de alardearem seus pontos de vista como se falassem em nome de todos.

Agora mesmo, na crise que vive o Senado Federal, vemos os meios de comunicação alardearem uma suposta "indignação nacional" com o presidente daquela Casa. Esses meios dizem que essa indignação é "da opinião pública", apesar de que a maioria dos brasileiros certamente está pouco se lixando para a queda de braço entre o presidente do Congresso e a mídia. Nesse processo, a "indignação" de meia dúzia de barões da mídia é apresentada como se fosse a "da opinião pública".

O poder que a mídia tem - ou pensa que tem - é tão grande, que ela ousa insultar a ampla maioria dos brasileiros, maioria que elegeu o atual governo. A mídia insulta a maioria dizendo que esta tomou a decisão eleitoral que tomou porque é composta por "ignorantes" que se vendem por "bolsas-esmola". Retoma, assim, os fundamentos do voto censitário, que vigeu no alvorecer da República, quando, para votar, o cidadão precisava ter um determinado nível de renda e de instrução. E o pior, é que a teoria midiática para explicar por que a maioria da sociedade não acompanhou a decisão eleitoral dos barões da mídia, esconde a existência de cidadãos como estes que aqui estão, que não pertencem a partidos, não recebem "bolsas-esmola" e que, assim mesmo, não aceitam que a mídia tente paralisar um governo eleito por maioria tão expressiva criando crises depois de crises.

É
óbvio que a mídia sempre dirá que suas tendências e pontos de vista coincidem com o melhor interesse do conjunto da sociedade. Dirá isso através da confortável premissa (para os beneficiários preferenciais do status quo vigente) de que as dores que a prevalência dos interesses dos estratos superiores da pirâmide social causa aos estratos inferiores, permitirão a estes, algum dia, ingressarem no jardim das delícias daqueles. É a boa e velha teoria do “bolo” que precisa primeiro crescer para depois ser dividido.

Os meios de comunicação sempre tomaram partido nos embates políticos. Demonizam políticos e partidos que grupos de interesses políticos e econômicos desaprovam e, quando não endeusam, protegem os políticos que aqueles grupos aprovam. Isso está acontecendo hoje em relação ao governo federal e à sua base de apoio parlamentar, por um lado, e em relação à oposição a esse governo e a seus governos estaduais e municipais, por outro. Resumindo: a mídia ataca o governo central em benefício de seus opositores.

Os meios de comunicação se defendem dizendo que atacam o governo central também porque ele nada faz de diferente - ou de melhor - do que fazia a facção política que governava antes, e diz, ainda por cima, que o atual governo produz "mais corrupção". Alguns veículos, mais ousados, acrescentam que os que hoje governam favorecem mais o capital do que seus antecessores. Outros veículos, mais dissimulados, ainda adotam um discurso quase socialista ao criticarem os lucros dos bancos e o cumprimento dos contratos que o governo garante. A mídia chega a fazer crer que apoiaria esse governo se ele fizesse despencar a lucratividade do sistema bancário e se rompesse contratos. Faz isso em contraposição ao que dizia dos políticos que agora estão no poder, porém no tempo em que estavam na oposição, ou seja, dizia que não poderiam chegar ao poder porque, lá chegando, descumpririam contratos e prejudicariam o sistema bancário...

A mídia brasileira garante que é “isenta”, que não é pautada por ideologias ou por interesses privados, e que trata os atuais governantes do país como tratou os anteriores. Não é verdade. Bastaria que nos debruçássemos sobre os jornais da época em que os que hoje se opõem ao governo federal estavam no poder e comparássemos aqueles jornais com os de hoje. Veríamos, então, como é enorme a diferença de tratamento. Nunca a oposição ao governo federal foi tão criticada pela mídia quanto na época em que os que hoje estão no governo, estavam na oposição; nunca o governo foi tão defendido pela mídia quanto era na época em que os que hoje estão na oposição, estavam no governo.

Não é preciso recorrer a registros históricos para comprovar como os pesos e medidas da mídia diferem de acordo com a facção política que ocupa o poder. Basta, por exemplo, comparar a forma como os jornais paulistas cobrem o governo do Estado de São Paulo com a forma como cobrem o governo do país.

A mesma facção política governa São Paulo há mais de uma década. Nesse período, o Estado foi tomado pelo crime organizado. A Saúde pública permanece - ou se consolida - como um verdadeiro caos, apesar das novas tecnologias e da enorme quantidade de recursos que transitam por São Paulo. A Educação pública permanece como uma das piores do país a despeito da pujança econômica paulista. Assim, começaram a eclodir desastres nunca vistos na locomotiva do Brasil que é São Paulo.

Ano passado, uma organização criminosa aterrorizou este Estado. Essa organização nasceu e se fortaleceu dentro dos presídios controlados pelo governo paulista. A Febem, destinada a recuperar jovens criminosos, consolidou-se como escola de crimes, e as prisões para adultos alcançaram o status de faculdades do crime. No início deste ano, uma rua inteira ruiu por causa de uma obra da linha quatro do metrô paulistano, administrado pelo governo paulista. Várias pessoas morreram. Foi apenas mais um entre muitos outros acidentes que ocorreram nas obras do metrô de São Paulo e a mídia não noticia nada disso, o que lhe deixa escandalosamente óbvio o intuito de proteger o grupo político que governa o Estado mais rico da Federação e que se opõe ferozmente ao governo federal.

A mídia exige CPIs para cada suspeita que a oposição levanta sobre o governo federal, mas não diz uma palavra de todos os escândalos envolvendo o governo de São Paulo. Omite-se quanto à violação dos direitos das minorias parlamentares na Assembléia Legislativa paulista, violação perpetrada pelas maiorias governistas, maiorias que nos últimos anos enterraram dezenas de pedidos de investigação do governo paulista, controlado por políticos que estão entre os que mais exigem investigações sobre o governo federal.

Seria possível passar dias escrevendo sobre tudo o que a imprensa paulista deveria cobrar do governo do Estado de São Paulo, mas não cobra. Ler um jornal impresso em São Paulo ou assistir a um telejornal produzido aqui só serve para tomar conhecimento do que faz de ruim - ou do que a mídia diz que faz de ruim - o governo federal. Dificilmente se encontra informações sobre o governo paulista, e críticas, muito menos. O desastre causado pela obra da linha quatro do metrô paulistano, por exemplo, foi coberto pela mídia, mas por pouco tempo - questão de dias. Depois, o assunto desapareceu do noticiário e nunca mais voltou. Dali em diante, a mídia passou a esconder e a impedir qualquer aprofundamento no caso, fazendo com que a sociedade permaneça sem satisfação quase nove meses depois da tragédia. Mas o "caos aéreo" não sai da mídia um só dia já há quase um ano.

A
ssim é com tudo que diga respeito a políticos e partidos dos quais a imprensa paulista gosta. E o mesmo se reproduz pelo país inteiro. A mídia carioca, a mídia baiana, a mídia gaúcha, as mídias de todas as partes do país fazem o mesmo que a paulista, pois todas são uma só, obedecem aos mesmos interesses, controladas que são por um número ridiculamente pequeno de famílias "tradicionais", por uma oligarquia que domina a comunicação no Brasil desde sempre.

O lado mais perverso desse processo é o de a mídia calar divergências. Cidadãos como estes que assinam este manifesto são tratados pelos grandes meios de comunicação como se não existissem. São os sem-mídia, somos nós que ora manifestamos nosso inconformismo. Muito dificilmente é dado espaço pela mídia para que quem pensa como nós possa criticar o seletivo moralismo midiático ou as facções políticas amigas dos barões da mídia. A quase totalidade dos espaços midiáticos é reservada àqueles que concordam com os grandes meios de comunicação. Jornalistas que ousam discordar, são postos na "geladeira". A mídia impõe uma censura branca ao país. Isso tem que parar.

Claro precisa ficar que os cidadãos que assinam este manifesto não pretendem, de forma alguma, calar a mídia. Os que qualificam qualquer crítica a ela como tentativa de calá-la, agem com má-fé. É o contrário, o que nos move. O que pedimos é que a mídia fale ou escreva muito mais, pois queremos que fale ou escreva tudo o que interessa a todos e não só aquilo que lhe interessa particularmente e àqueles que estão ao seu lado, pois a mídia tem lado, sim, apesar de dizer que não tem, e esse lado não é o de todos e nem, muito menos, o da maioria.

Mais do que um direito, fiscalizar governos, difundir idéias e ideologias, é obrigação da mídia. Assim sendo, os signatários deste manifesto em nada se opõem a que essa mesma mídia critique governo nenhum, facção política nenhuma, ideologia de qualquer espécie. O que nos indigna, o que nos causa engulhos, o que nos afronta a consciência, o que nos usurpa o direito de cidadãos, é a seletividade do moralismo político midiático, é o sufocamento da divergência, é o soterramento ideológico de corações e mentes.

Por tudo isso, os signatários deste manifesto, fartos de uma conduta dos meios de comunicação que viola o próprio Estado de Direito, vieram até a frente desse jornal dizer o que ele e seus congêneres teimam em ignorar. Viemos dizer que existimos, que todos têm direito de ter espaço para seus pontos de vista, pois a mídia privada também se alimenta de recursos públicos, da publicidade oficial, e, assim sendo, tem obrigação de não usar os amplos espaços de que dispõe como se deles proprietária fosse. Seu papel, seu dever é o de reproduzir os diversos matizes políticos e ideológicos, de forma que o conjunto da sociedade possa tomar suas decisões de posse de todos os fatos e matizes opinativos.

Em prol desse objetivo, hoje está sendo fundado o Movimento dos Sem-Mídia. Trata-se de um movimento que não está cansado de nada, pois mal começou a lutar pelo direito humano à informação correta, fiel, honesta e plural. Aqui, hoje, começamos a lutar pelo direito de todos os segmentos da sociedade de terem como expor suas razões, opiniões e anseios e de receberem informações em lugar desse monstrengo híbrido - gerado pela promiscuidade entre a notícia e a opinião - que a mídia afirma ser "jornalismo". setembro de 2007
Vivemos um tempo em que a informação se tornou tão vital para o homem que passou a integrar o arcabouço de seus direitos fundamentais. Defender a boa qualidade da informação, pois, é defender um dos mais importantes direitos fundamentais do homem. É por isso que estamos aqui hoje.

No transcurso do século XX, novas tecnologias geraram o que se convencionou chamar de mídia, isto é, o conjunto de meios de comunicação em suas variadas manifestações, tais como a secular imprensa escrita, o rádio, o cinema, a televisão e, mais recentemente, a internet. Essa mídia, por suas características intrínsecas e por suas ações extrínsecas, tornou-se componente fundamental da estrutura social, formada que é por meios de comunicação de massa.

Em todas as partes do mundo - mas, sobretudo, em países continentais como o nosso -, quem tem como falar para as massas controla um poder que, vigendo a democracia, equipara-se aos Poderes constituídos da República. E, vez por outra, até os suplanta. Essa realidade pode ser constatada pela simples análise da história de regiões como a América Latina, em que o poder dos meios de comunicação logrou eleger e derrubar governos, aprovar leis ou impedir sua aprovação, bem como moldar costumes e valores das sociedades. Contudo, há fartura de provas de que, freqüentemente, esse descomunal poder não foi usado em benefício da maioria.

Não se nega, de maneira alguma, que as mídias, sobretudo a imprensa escrita, foram bem usadas em momentos-chave da história, como nos estertores da ditadura militar brasileira, quando a pressão (tardia) de parte dessa imprensa ajudou a pôr fim à opressão de nossa sociedade pelo regime dos generais. Todavia, é impossível ignorar que a ditadura foi imposta ao país graças, também, à mesma imprensa que hoje vocifera seus neopendores democráticos, nascidos depois que sua recusa pretérita de aceitar governos eleitos legitimamente atirou o país naquela ditadura de mais de vinte anos.

O
lado perverso da mídia também se deve, por contraditório que possa parecer, à sua natureza privada, uma natureza que também é - ou deveria ser - uma de suas virtudes. Nas mãos do Estado, a mídia seria uma aberração, mas quando é pautada exclusivamente por interesses privados, seu lado obscuro emerge tanto quanto ocorreria na primeira hipótese, pois um poder dessa magnitude acaba sendo usado por diminutos grupos de interesse. Nas duas situações, quem sai perdendo é a coletividade, pois o interesse de poucos acaba se sobrepondo ao de todos.

A submissão da mídia ao poder do dinheiro é um fato, não uma suposição. Os meios de comunicação privados nada mais são do que empresas que visam lucro e, como tais, sujeitam-se a interesses que, em grande parte das vezes, não são os da coletividade, mas os de grandes e poderosos grupos econômicos. Estes, pelo poder que têm de remunerar o “idealismo” que lhes convêm, cada vez mais vão fazendo surgir jornalistas dispostos a produzir o que os patrões requerem, e o que requerem, via de regra, é o mesmo que aqueles grupos econômicos, o que deixa a sociedade desprotegida diante da voracidade daqueles que podem (?) esmagar divergências simplesmente ignorando-as.

É nesse ponto que jornalistas e seus patrões contraem uma união estável com facções políticas e ideológicas que não passam de braços dos interesses da iniciativa privada, dos grandes capitais nacionais e transnacionais, do topo da pirâmide social. E a maioria da sociedade fica órfã, indefesa diante do poder dos de cima de alardearem seus pontos de vista como se falassem em nome de todos.

Agora mesmo, na crise que vive o Senado Federal, vemos os meios de comunicação alardearem uma suposta "indignação nacional" com o presidente daquela Casa. Esses meios dizem que essa indignação é "da opinião pública", apesar de que a maioria dos brasileiros certamente está pouco se lixando para a queda de braço entre o presidente do Congresso e a mídia. Nesse processo, a "indignação" de meia dúzia de barões da mídia é apresentada como se fosse a "da opinião pública".

O poder que a mídia tem - ou pensa que tem - é tão grande, que ela ousa insultar a ampla maioria dos brasileiros, maioria que elegeu o atual governo. A mídia insulta a maioria dizendo que esta tomou a decisão eleitoral que tomou porque é composta por "ignorantes" que se vendem por "bolsas-esmola". Retoma, assim, os fundamentos do voto censitário, que vigeu no alvorecer da República, quando, para votar, o cidadão precisava ter um determinado nível de renda e de instrução. E o pior, é que a teoria midiática para explicar por que a maioria da sociedade não acompanhou a decisão eleitoral dos barões da mídia, esconde a existência de cidadãos como estes que aqui estão, que não pertencem a partidos, não recebem "bolsas-esmola" e que, assim mesmo, não aceitam que a mídia tente paralisar um governo eleito por maioria tão expressiva criando crises depois de crises.

É
óbvio que a mídia sempre dirá que suas tendências e pontos de vista coincidem com o melhor interesse do conjunto da sociedade. Dirá isso através da confortável premissa (para os beneficiários preferenciais do status quo vigente) de que as dores que a prevalência dos interesses dos estratos superiores da pirâmide social causa aos estratos inferiores, permitirão a estes, algum dia, ingressarem no jardim das delícias daqueles. É a boa e velha teoria do “bolo” que precisa primeiro crescer para depois ser dividido.

Os meios de comunicação sempre tomaram partido nos embates políticos. Demonizam políticos e partidos que grupos de interesses políticos e econômicos desaprovam e, quando não endeusam, protegem os políticos que aqueles grupos aprovam. Isso está acontecendo hoje em relação ao governo federal e à sua base de apoio parlamentar, por um lado, e em relação à oposição a esse governo e a seus governos estaduais e municipais, por outro. Resumindo: a mídia ataca o governo central em benefício de seus opositores.

Os meios de comunicação se defendem dizendo que atacam o governo central também porque ele nada faz de diferente - ou de melhor - do que fazia a facção política que governava antes, e diz, ainda por cima, que o atual governo produz "mais corrupção". Alguns veículos, mais ousados, acrescentam que os que hoje governam favorecem mais o capital do que seus antecessores. Outros veículos, mais dissimulados, ainda adotam um discurso quase socialista ao criticarem os lucros dos bancos e o cumprimento dos contratos que o governo garante. A mídia chega a fazer crer que apoiaria esse governo se ele fizesse despencar a lucratividade do sistema bancário e se rompesse contratos. Faz isso em contraposição ao que dizia dos políticos que agora estão no poder, porém no tempo em que estavam na oposição, ou seja, dizia que não poderiam chegar ao poder porque, lá chegando, descumpririam contratos e prejudicariam o sistema bancário...

A mídia brasileira garante que é “isenta”, que não é pautada por ideologias ou por interesses privados, e que trata os atuais governantes do país como tratou os anteriores. Não é verdade. Bastaria que nos debruçássemos sobre os jornais da época em que os que hoje se opõem ao governo federal estavam no poder e comparássemos aqueles jornais com os de hoje. Veríamos, então, como é enorme a diferença de tratamento. Nunca a oposição ao governo federal foi tão criticada pela mídia quanto na época em que os que hoje estão no governo, estavam na oposição; nunca o governo foi tão defendido pela mídia quanto era na época em que os que hoje estão na oposição, estavam no governo.

Não é preciso recorrer a registros históricos para comprovar como os pesos e medidas da mídia diferem de acordo com a facção política que ocupa o poder. Basta, por exemplo, comparar a forma como os jornais paulistas cobrem o governo do Estado de São Paulo com a forma como cobrem o governo do país.

A mesma facção política governa São Paulo há mais de uma década. Nesse período, o Estado foi tomado pelo crime organizado. A Saúde pública permanece - ou se consolida - como um verdadeiro caos, apesar das novas tecnologias e da enorme quantidade de recursos que transitam por São Paulo. A Educação pública permanece como uma das piores do país a despeito da pujança econômica paulista. Assim, começaram a eclodir desastres nunca vistos na locomotiva do Brasil que é São Paulo.

Ano passado, uma organização criminosa aterrorizou este Estado. Essa organização nasceu e se fortaleceu dentro dos presídios controlados pelo governo paulista. A Febem, destinada a recuperar jovens criminosos, consolidou-se como escola de crimes, e as prisões para adultos alcançaram o status de faculdades do crime. No início deste ano, uma rua inteira ruiu por causa de uma obra da linha quatro do metrô paulistano, administrado pelo governo paulista. Várias pessoas morreram. Foi apenas mais um entre muitos outros acidentes que ocorreram nas obras do metrô de São Paulo e a mídia não noticia nada disso, o que lhe deixa escandalosamente óbvio o intuito de proteger o grupo político que governa o Estado mais rico da Federação e que se opõe ferozmente ao governo federal.

A mídia exige CPIs para cada suspeita que a oposição levanta sobre o governo federal, mas não diz uma palavra de todos os escândalos envolvendo o governo de São Paulo. Omite-se quanto à violação dos direitos das minorias parlamentares na Assembléia Legislativa paulista, violação perpetrada pelas maiorias governistas, maiorias que nos últimos anos enterraram dezenas de pedidos de investigação do governo paulista, controlado por políticos que estão entre os que mais exigem investigações sobre o governo federal.

Seria possível passar dias escrevendo sobre tudo o que a imprensa paulista deveria cobrar do governo do Estado de São Paulo, mas não cobra. Ler um jornal impresso em São Paulo ou assistir a um telejornal produzido aqui só serve para tomar conhecimento do que faz de ruim - ou do que a mídia diz que faz de ruim - o governo federal. Dificilmente se encontra informações sobre o governo paulista, e críticas, muito menos. O desastre causado pela obra da linha quatro do metrô paulistano, por exemplo, foi coberto pela mídia, mas por pouco tempo - questão de dias. Depois, o assunto desapareceu do noticiário e nunca mais voltou. Dali em diante, a mídia passou a esconder e a impedir qualquer aprofundamento no caso, fazendo com que a sociedade permaneça sem satisfação quase nove meses depois da tragédia. Mas o "caos aéreo" não sai da mídia um só dia já há quase um ano.

A
ssim é com tudo que diga respeito a políticos e partidos dos quais a imprensa paulista gosta. E o mesmo se reproduz pelo país inteiro. A mídia carioca, a mídia baiana, a mídia gaúcha, as mídias de todas as partes do país fazem o mesmo que a paulista, pois todas são uma só, obedecem aos mesmos interesses, controladas que são por um número ridiculamente pequeno de famílias "tradicionais", por uma oligarquia que domina a comunicação no Brasil desde sempre.

O lado mais perverso desse processo é o de a mídia calar divergências. Cidadãos como estes que assinam este manifesto são tratados pelos grandes meios de comunicação como se não existissem. São os sem-mídia, somos nós que ora manifestamos nosso inconformismo. Muito dificilmente é dado espaço pela mídia para que quem pensa como nós possa criticar o seletivo moralismo midiático ou as facções políticas amigas dos barões da mídia. A quase totalidade dos espaços midiáticos é reservada àqueles que concordam com os grandes meios de comunicação. Jornalistas que ousam discordar, são postos na "geladeira". A mídia impõe uma censura branca ao país. Isso tem que parar.

Claro precisa ficar que os cidadãos que assinam este manifesto não pretendem, de forma alguma, calar a mídia. Os que qualificam qualquer crítica a ela como tentativa de calá-la, agem com má-fé. É o contrário, o que nos move. O que pedimos é que a mídia fale ou escreva muito mais, pois queremos que fale ou escreva tudo o que interessa a todos e não só aquilo que lhe interessa particularmente e àqueles que estão ao seu lado, pois a mídia tem lado, sim, apesar de dizer que não tem, e esse lado não é o de todos e nem, muito menos, o da maioria.

Mais do que um direito, fiscalizar governos, difundir idéias e ideologias, é obrigação da mídia. Assim sendo, os signatários deste manifesto em nada se opõem a que essa mesma mídia critique governo nenhum, facção política nenhuma, ideologia de qualquer espécie. O que nos indigna, o que nos causa engulhos, o que nos afronta a consciência, o que nos usurpa o direito de cidadãos, é a seletividade do moralismo político midiático, é o sufocamento da divergência, é o soterramento ideológico de corações e mentes.

Por tudo isso, os signatários deste manifesto, fartos de uma conduta dos meios de comunicação que viola o próprio Estado de Direito, vieram até a frente desse jornal dizer o que ele e seus congêneres teimam em ignorar. Viemos dizer que existimos, que todos têm direito de ter espaço para seus pontos de vista, pois a mídia privada também se alimenta de recursos públicos, da publicidade oficial, e, assim sendo, tem obrigação de não usar os amplos espaços de que dispõe como se deles proprietária fosse. Seu papel, seu dever é o de reproduzir os diversos matizes políticos e ideológicos, de forma que o conjunto da sociedade possa tomar suas decisões de posse de todos os fatos e matizes opinativos.

Em prol desse objetivo, hoje está sendo fundado o Movimento dos Sem-Mídia. Trata-se de um movimento que não está cansado de nada, pois mal começou a lutar pelo direito humano à informação correta, fiel, honesta e plural. Aqui, hoje, começamos a lutar pelo direito de todos os segmentos da sociedade de terem como expor suas razões, opiniões e anseios e de receberem informações em lugar desse monstrengo híbrido - gerado pela promiscuidade entre a notícia e a opinião - que a mídia afirma ser "jornalismo"."

16 de set. de 2007

Concessão: a caixa preta da televisão

No dia 5 de outubro vencem as concessões de importantes emissoras de televisão do país, as cinco da Rede Globo- SP ,RJ, BH, RC E BRS- , as da Band, Record e TV Cultura de SP, entre outras. Para continuarem operando os canais que lhe foram outorgados pelo Estado, o governo federal precisa autorizar e o Congresso Nacional sancionar essa renovação.
Esse processo se dá praticamente à margem da sociedada brasileira, que na sua maioria desconhece o fato de que essas empresas não são donas dos canais de televisão, mas operadoras de um servoço público.
Ressalto a ausência de um regulatório para o setor, os fortes interesses políticos e econômicos que entravam o avanço do debate e o poder que a Rede Globo exerce nesse cenário.
Na verdade a Globo se comporta como um grande partido político do Brasil, das classes dominantes.
Voltarei ao assunto.

15 de set. de 2007

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15/09/2007
A "arte" da desconstrução
Até para destuir é preciso engenho-e, talvez, "arte". Esse é um lema que serve, como luva, aos grupos-políticos, econômicos e de mídia- que, desde praticamente o primeiro dia do mandato, golpeiam, sem cessar, o governo de Jackson Lago. Utilizando-se,inclusive, sobejamente, de golpes baixos, uma coverdia inominável. Com intuito sabido de fragilizar e ,por fim, interditar "implodindo", assim o seu governo.
Assim, lançando mão de técnicas engenhosas de destruição, engenheiros e operários ruinosos, a serviço de um pretenso "dono do mar", tentaram e ainda tentam "desconstruir" e impedir o governo Jackson Lago.
Escrito por Eri Santos Castro às 13h05
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14/09/2007
Operação Navalha 2 e Cidade dos homens.
Operação Navalha 2 - o retorno começou ainda pouco. Enqunto isso o filme brasileiro "cidade dos homens" será exibido no festival de Londres, que comerça no dia 17 de outubro.
Escrito por Eri Santos Castro às 11h21
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13/09/2007
Renam e os trópicos
Tristes trópicos. O Brasil merece os seus políticos. Mas, a política acaba sendo território dos maus porque os bons não participam.
Escrito por Eri Santos Castro às 12h46
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12/09/2007
O Governo Jackson tem que ter um plano de aceleração. Tem rumo e sabe onde quer chegar!
Escrito por Eri Santos Castro às 09h26
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11/09/2007
Confirmado operação da Polícia Federal
Fonte da segurança do estado acaba de confirmar uma grande operação da Polícia Federal no Maranhão. Na mira o poder judiciário e legislativo. As próximas horas deverão confirmar. Anunciou daqui a pouco os nomes dos investigados e potenciais prisões.
Escrito por Eri Santos Castro às 23h22
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Caiu ou não caiu: eis a questão
-Caiu ou não caiu? Pergunto à minha secretária.
Pelo menos esta vez overbo cair não significa aflição dafinitiva de perda. Solicito que ela apenas confirme ou não um depósito de um cliente, mas no Congresso Nacional a sua honra está em jogo: amanhã decide-se se Renan Calheiros cairá ou não.
Escrito por Eri Santos Castro às 16h31
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09/09/2007
Pílula do dia
Há quatro coisas que não são recuperadas: a pedra depois de atirada, a palavra depois de professada, a ocasião depois de perdida e o tempo depois de passado.
Escrito por Eri Santos Castro às 13h33
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COMUNISTAS ABREM A 31º FESTA DO AVANTE E O FESMAP
A 31º edição da festa do Avante!, organizada pelo Partido Comunista Português(PCP), teve início na tarde do dia 7. A quinta da Atalaia, no Seixal, será o centro das atenções com dezenas de espetáculos, palestras, apresentações artistas, mostras de artes plásticas e gastronomia portuguesa e internacional, durante três dias.
Bem que o FESMAP( Festial de Música de Pinheiro), que ano que vem terá a sua 20º edição, poderia ampliar suas atividades para além da música. Que o Valdomiro Magno, coordenador do evento, aceite esse desafio. Não só a cultura de Pinheiro, mas maranhense agradecerão.
Escrito por Eri Santos Castro às 12h43
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Projetos que dão certos Brasil afora
Trabalho árduo e prazeroso. Acabo de catalogar quase 200 projetos bem sucedidos em prefeituras brasileiras, dos quais irei comentar em pílulas até as eleições municipais do ano que vem. Projetos como Leitura Baú Mágico, em açucena-MG, Jovens Talentos, em alterosa-MG, Consciência Limpa, em Artur Nogueira-SP , Governo Eletrônico, em BH-MG, entre outros, iremos publicar e debater neste espaço.
Escrito por Eri Santos Castro às 01h03
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Sobre a elite brasileira
Por que a tal elite brasiteira desenvolve urticária ao ouvir falar em América Latina, Mercosul, Evo Morales, Hugo Chaves? África, então, dá irisipela. Nem pensar. Governo Lula? Cruzes! Tome engov.
A tal elite não toma caipirinha de pinga. Caipirinha, só caipiroska, mesmo que a vodka seja de oitava categoria.
Nossa elite não ler a Carta Capital. Nem o Correio da Cidadania. Nem a Revista do Brasil. Ou a Carta Capital. Ou Brasil de Fato. Ou Caros Amigos. Ou qualquer coisa semelhante. Se ler é para desancar, chamar de chapa branca pra baixo. Imprensa, só a grande. Mesmo que esteja cada vez mais marron.
Escrito por Eri Santos Castro às 00h53
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08/09/2007
SÃO LUÍS,DA TRISTEZA, DO DELÍRIO E DA LUZ
CIDADE ESCONDIDA ENTRE TUAS E MINHAS DORES
ENCLIPSE DO VAGA, EXPLOSÃO DO LUME
VAGA-LUME.
DA ROTINA DE SÃO LUÍS
DESENCONTROS NORMAIS
ATÉ O APARECIMENTO DA MORTE
DELÍRIO DE QUEM VIVE.
A RECUSA FOI VERDADEIRA.
Escrito por Eri Santos Castro às 13h55
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CHE GURVARA ,MERECIDAMENTE, É ELEITO MAIOR POLÍTICO DO SÉCULO
O s Argentinos votaram no guerrilheiro ErnestoChe Guevara como o maior político e personagem histórico do país do sec. XX, deixando Evita Perón em segundo lugar.
Che, assassinado na Bolívia em outubro de 1967, recebeu, recebeu 59% dos 2 milhões de participantes da enquete realizada no programa de televisão" El Gen Argentino".
Che superou além de Evita Perón, três outras personalidades: Juan Perón, falecido em 1974; Arturo Illia, derrubado por um golpe militar e cujo governo é considerado um exemplo dos valores democráticos; e hebe de Bnafina, da associção mãe da Praçade maio.
Escrito por Eri Santos Castro às 13h39
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07/09/2007
O SETE DE SETEMBRO E A DITADURA
Entre 1964 a 1985 a ditadura monopolizou os síbolos nacionais. Participar de comemorações cívicas, para a esquerda, seria o mesmo que apoiar os militares. Somente após 85 a sociedade reconquistou o direito de utilização desses síbolos. Atualmente o melhor do sete de setembro é o "Grito dos excluidos".
Escrito por Eri Santos Castro às 14h56
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PAVAROTTI MORRE, SEU CANTO NÃO
"Penso que uma vida pela música seja uma vida bem vivida, e foi a isto que me dediquei." Estas últimas palavras, publicadas em italiano e inglês, foram supostamente escritas pelo próprio Luciano Pavarotti para serem divulgadoas em sua página oficial na internet, na ocasião de sua morte. Tudo o que se podia acessar em seu site oficial na noite de ontem(06.09) era o epitáfio virtual acompanhado de uma foto que mostrava o tenor sorridente e as data 1935-2007.
Tive oportunidade de assistí-lo, no Rio, no espetáculo "Elixir do amor", quando da minha passagem pela UNE(União Nacional dos Estudantes).
Permanece outrosmonstros da música: José Carreras e Plácido Domingo e logo a vida parirá outros Pavarotti's, amém.
Pavarottiainda hoje encontrará-se-á com Enrico Caruso, outro incomparável.
Escrito por Eri Santos Castro às 14h00
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DEUS: UM DELÍRIO
Recomendo a leitura de "Deus: um delírio" , companhia da letras, do biólogo evolucionista Richard Dawkins. São tão atrevidas as suas idéias, que provocam desconforto inclusive estre os próprios darwinistas.
Escrito por Eri Santos Castro às 13h48
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06/09/2007
STJ decidirá hoje se EUA devem idenizar família de JANGO
O Superior Tribunal de Justiça (STJ) irá julgar ,hoje ,se os EUA podem ou não responder à Justiça brasileira pelo apoio ao golpe militar de 1964, que depôs o então Presidente João Gullart.
O STJ decidirá se a participação dos EUA no golpe é caracterizada como ato de império- que arquivaria o processo- ou ato de gestão.
A viuva de João Gullart, Maria Teresa Fontella Gullard e seus filhos João Vicente Fontella G. e Denise Fontella G., pediram idenização por danos morais, patrimoniais e à imagem contra os EUA.
Eles argumentam que os EUA contribuiram decisivamente para o golpe, financiando candidatos congressistas opositores a Gullart e disponibizando apoio militar e logístico.
A família lembra que ,após o golpe, passou a sofrer perseguições dos militares, enfrentou dificuldades financeiras, sofreu constantes ameaças de morte, de bomba e de sequestro.
Conversei ainda a pouco , ao telefone, com João Vicente.
Escrito por Eri Santos Castro às 10h56
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Vem aí a TV BRASIL
O economista Luis Gonzaga Belluzo, professor da Unicamp, será o presidente do Conselho curador da rede pública de televisão- a TV BRASIL- que o governo Lula lançará em Dezembro. A idéia de Belluzo é de que a rede pública se inspire na britânica BBC.O Governador bem que poderia criar a nossa TV pública.

Escrito por Eri Santos Castro às 10h40
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Bom sinal a Vale será estatizada
Olhe bem esta profecia: A vale será reestatizada muito em breve. O 3º Congresso do PT aprovou, praticamente por unanimidade, o plebiscito da Vale.
Paradoxalmente a Vale não é propriamente privada. Seu controle é privado, mas os recursos que as sustentam são em grande medida públicos.
Escrito por Eri Santos Castro às 10h27
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Secretário de Jackson participa do lançamento do PAC da Juventude
O PAC da juventude, o PROJOVEM estima investimento de R%5,4 bilhões até 2010, atendendo a 4,2 milões de jovens entre 15 a 29 anos. O programa reúne quatro projetos:Projovem urbano, projovem campo, projovem adolescente e projovem trabalhador. Na cerimônia que aconteceu ontem no palácio, Lula lembrou que o programa é sobretudo um ato de solidariedade.
O secretário Adjunto da Juventude, Márcio Jardim estava presente a essa cerimônia:" É um programa com cara e cheiro de quem perdeu o ônibus que parou na frente e não conseguiu pegar. O que falta à juventude é oportunidade, por exemplo: deram oportunidade de um curso técnico ao Lula e ele acabou Presidente do país", comentou Jardim, arrancando risos da platéia e do Presidente.
Escrito por Eri Santos Castro às 10h09
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02/09/2007
Sobre as novas gerações
Estou neste momento na casa do meu sobrinho João Manoel ( percebe-se a sua descendência) e observo a sua habilidade na internet. Passo a conhecer vários site's interessantíssimos. Todos de razoáveis a ótimos nos seus conteudos. Essa nova geração tem a sua frente muito mais infomações do que a minha. Tomara que o meu sobrinho saiba utilizar essas tecnologias ao benefício da inteligência e da construção da cidadania. Sei que caminha por esse trilho.Parabéns J. Manoel.
Escrito por Eri Santos Castro às 19h02
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Vale ser lido
Matéria publicada, no jornal O Imparcial, deste domingo, sobre a merla. Realmente é assustador. A merla toma conta de São Luis, das nossa crianças e jovens. Veja a composição da bicha: solução de bateria, barrilha (designação comercial dos carbonatos de sódio e de potássio), bicarbonato de sódio, ácido bórico e éter. Parabéns ao Jornalista Eduardo Lindoso.
Escrito por Eri Santos Castro às 13h57
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A vida gira , o mundo que acompanhe
Após meses de reconstrução, a comunidade judaica da Alemanha reinaugurou na última sexta o seu preincipal símbolo destruido no holocasto: a sinagoga de Rykestrasse de Berlim, a maior do país, que será seguida pela abertura do primeiro grande centro ortodoxo hebraico na capital alemã.
A Torá entrou novamente no templo- que havia sido transformado pelos nazistas em estábulo para cavalos-entre salmos e na presença de Leo Trepp, o último rabino desta sinagoga antes da shoá ( "desastre" em hebraico), que agora tem 94 anos e usa cadeira de rodas.
A vida gira , o mundo que acompanhe.
Escrito por Eri Santos Castro às 12h45
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Êta Brasil: os nossos sonhos ainda são dos nossos pais
Sonhar com a casa própria hoje implica decidir em fechar o negócio agora ou deixar, para depois, que o humor dos governos decida.
Na CEF há opções desde para quem vai comprar um imóvel de R$15 mil até R$350 mil. O prazo de pagamento ampliou de 20 para 30 anos. A grande vantagem é a prestação mais baixa, que ajuda driblar o obstáculo da resnda( que precisa ser 3 ou 4 vezes maior que a mensalidade), hoje maior obstáculo no caminho do mutuário. A desvantagem é o custo final do imóvel.
Escrito por Eri Santos Castro às 12h29
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Na última semana o Brasil perdeu quase R$7 bilhões e a grande mídia não noticiou
A turbulência das últimas semanas nos mercados internacionais não levou a ima fuga dos investidores, mas gerou perdas de R$5,65 bilhões ao patrimônio dos fundos de investimentos brasileiros ,revela balanço divulgado ainda pouco pela Associação dos Bancos de Investimentos (ANBID). O patrimônio total dos fundos brasileiros recuaram a R$ 1,048 trilhão no último dia 31.
Escrito por Eri Santos Castro às 11h43
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01/09/2007
De onde vem o futuro?
Um dia, Douglas Adams, genial e prematuro falecido autor de mochileiro das Galáxias, criou um provérbio sobre as mudanças, cada vez mais rápidas no mundo ao nosso redor: quem não for protagonista das tranformações do mundo contemporâneo será condenado às cavernas. Pense na Internet. Talvez tenha parecido ,no começo, um monte de computadores conectados, máquinas de interesse da ciência e negócios, onde nós , usuários, entrávamos para fazer coisas sérias, como transações bancárias e consultas a sistemas de informação de governo. Mas era muito mais, desde do começo. A rede tornou possível o relacionamento direto, entre pessoas, de forma livre e criativa, com o lado de cá(nós) definindo e participando da construção dos instrumntos que usamos para, principalmente, interagir com outos(muitos) humanos.
Tudo indica, portanto, que o mais importante na rede, para as pessoas, são as outras pessoas, o que elas fazem, têm a dizer e mostrar. Mas, muitas pessoas outras estão perdendo o bonde, e não só: a sua competividade ficando sem trilhos.
Escrito por Eri Santos Castro às 19h13
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A segunda vida faliu?
A taxa de mortalidade infantil na Secund life é de 90 em cada 100 avatares ao fim do primeiro mês de vida. estaria o mundo virtual, como seus avatares, fadado a morrer?
Algo como oito milhões de avatares( pra quem não entrou em algum mundo virtual, trata-se de um representante virtual seu, sua segunda vida ) foram criados em SL até agora. Apenas um milhão e duzentos mil estavam ativos em março desta ano, segundo dados da Score World Metrix. Atividade, aqui, é ter entrado pelo menos uma vez no ambiente, usando um browser feito especificamente para SL. Por lá menos de mil seriam brasileiros.
Escrito por Eri Santos Castro às 18h56
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Pílula do dia
O impossível é só o possível no qual niguém pôs tempo e esforço suficiente para realizar
Escrito por Eri Santos Castro às 18h06
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A Vale é Nossa IV
Para se ter uam idéia da extenção do que foi o escândalo, basta mostrar os lucros da empresa. Nos últimos dezoito meses, o lucro foi quase de R$ 20 bilhões .
Escrito por Eri Santos Castro às 14h32
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A Vale é Nossa 3
A empresa foi vendida por R$ 3,3 bilhões, mas tinha R$ 700 milhões em caixa. A "compra" da empresa ainda foi financiada pelo BNDES. O pior é que à época, no Japão e Europa, avaliava-se que o preço mínimo da Vale seria entre 30 bilhões e 40 bilhões de dólares. A avaliação de outos auditores privados e de funcionários do próprio governo federal davam conta de que a estatal valia muito mais, pelo menos R$ 93 bilhões, ainda assim um valor abaixo do real. O processo foi obscuro, um verdadei crime de lesa-pátria.
Escrito por Eri Santos Castro às 14h27
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A Vale é Nossa II
O leilão da Vale constituiu um dos maiores escândalos do governo FHC. Houve várias irregularidades, entre elas o vínculo entre avaliadores e arrematadores ;sonegação de documentos; e oferta no edital de venda de cláusula de irrevogabilidade e irretratabilidade para atividades dependentes de concessão governamental.
Escrito por Eri Santos Castro às 14h18
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A Vale é Nossa I
A campanha A Vale é Nossa, pela nulidade da venda da Companhia Vale do Rio Doce(CVRD), ganha intencidade a partir deste sábado,quando comerça o plebicito popular em todo país para apurar a opinião da população brasileira sobre a privatização da empresa ocorrida em 1997, no governo Fernando Henrique Cardoso. As urnas estarão em todo país até o dia 9.
Escrito por Eri Santos Castro às 14h11
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30/08/2007
João Bueno e Ernani Ferraz visitam Pinheiro
Que grande prazer será levá-los ,amanhã, para conhecerem a baixada maranhense. João Bueno é um brasileiro Presidente internacional da CARE FOR LIFE, uma organização não governamental, com sede no Arizona-EUA e Ernani Ferraz, um amigo e parceiro com vários empreendimentos no Maranhão. O motivo da visita bem que poderia ser outro, mas será a verificação in loco da nossa miséria.Sejam bem vindos!
Escrito por Eri Santos Castro às 13h49
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Homem Comum
Homem comum, igual
a você. Cruzo a Avenida sob a pressão do imperialismo
a sombra do latifúndio mancha a paisagem, turva as águas do mar
e a infância nos volta à boca,amarga, suja de lama e de fome.
Mas somos muitos milhões de homens comuns
e podemos formar uma muralha
com nossos corpos e margaridas.
Escrito por Eri Santos Castro às 13h41
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Instituto de Pesquisa
Um famoso instituto de pesquisa do RJ estará trabalhando no Maranhão a partir de outubro. Fará pesquisas qualitativas em vários municípios e antes do final do ano , nessas mesmas cidades, fará pesquisas quantitativas. Iremos divulgar os resultados em primeira mão neste blog.
Escrito por Eri Santos Castro às 13h27
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29/08/2007
MARCO ZERO FILMES
Será inaugurada no próximo dia 13, a produtora MARCO ZERO FILMES, com uma sessão do filme sobre Jacson lago. A produtora fica no Calhau.
Escrito por Eri Santos Castro às 16h48
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Livro e filme de JACKSON
Está confirmadíssimo o lançamento do livro e do filme sobre o Governador Jackson Lago, para o dia 27 de outubro, no memorial Maria Aragão.
Escrito por Eri Santos Castro às 16h45
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TV TROPICAL
A nova programação da TV Tropical já está sendo produzida. Estamos aguardando com grandes expectativas. A nova antena está sendo instalada e também estará disponível o seu sinal na TVN(TV à cabo).
Escrito por Eri Santos Castro às 16h43
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Frente de Libertação de Pinheiro
Está confirmada a chegada do Dr.Leo, pré-candidato a prefeito, pelo PDT, em Pinheiro, no próximo de 03, quando do aniversário da cidade. Dr.Leo, confirma sua intenção de dirigir a sua cidade, com o propósito de provocar uma verdadeir revolução. Seja bem vindo. Na verdade, uns tem passado, outros tem história(presente e futuro).
Escrito por Eri Santos Castro às 16h40
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28/08/2007
A água...(parte 2)
A existência de destilados, nas diversas culturas, está sempre associada à vida. Praticamente todas as palavras que designam a bebida destilada, nos vários idiomas, associam as palavras água e vida. Exemplo disso já se observa na nossa cachaça, literalmente, água ardente, onde o ardente se refere à chama da vida. Na Noruega, temos o aquavit dos vikings, no qual os termos latinos aqua vitae ficam bem claros. No caso do uísque da Escócia, a palavra se origina de uisgebeatha, que em celta antigo significa a mesma coisa: água da vida. Os destilados franceses, feitos a partir de frutas,levem também o mesmo nome,esu de vie,e,na Rússia, vodka traduz-se por aguazinha, que tem uma conotação positiva.
Escrito por Eri Santos Castro às 12h03
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A água da vida e a construção do lúdico e da inteligência(parte 1)
Após domesticar o fogo e a roda, o homem descobriu que suco de fruta fermentado deixava alegre e fazia rodopiar. A existência do álcool como bebida está presente em todas as culturas humanas conhecidas, em seus vários estágios de civilização, chegando-se a acreditar que seja parte do instinto do homem, algo genético mesmo.
Escrito por Eri Santos Castro às 11h46
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27/08/2007
A dança dos vampiros
No excelente filme de Romam Polanski, "A dança dos vampiros"(1967), há uma cena em que os tão implacáveis quanto desajeitados caçadores dos dráculas contracenam com os próprios num baile.É uma cena inesquecível: alguns são mortos que dançam para parecer que estão vivos, outros são vivos que dançam para parecer que são mortos.
A verdade vem à tona qundo, anadvertidamente, os caçadores e Sharon TAte passam diante de um espelho. Os vampiros, como ,se sabe, não têm imagem no espelho. A verdadeira imagem denuncia as mútuas fraudes, e naturalmente os caçadores se vêem caçados, e por aí se vai a comédias macabra.
O cenário da política maranhense pode perfeitamente se enquadrar nesse contexto.Veremos nos próximos capítulos...
Escrito por Eri Santos Castro às 22h18
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Jackson viaja pra BRZ
O Governador Jackson Lago viajou ,nesta segunda ,para Brasília.Uma de suas atividades é a gravação de depoimentos para serem exibidos durante o horário gratuito do PDT nacional, dirigido por Daniel Mendes.
Escrito por Eri Santos Castro às 21h31
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O frio e a escuridão não existem!
A escuridão e o frio não existem. O que existem são as ausências de luz e calor.O Mal não exite.O que existe é a ausência de DEUS. Inauguro este blog com estas certezas!
Escrito por Eri Santos Castro às 20h57
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DEUS: UM DELÍRIO

Recomendo a leitura de "Deus: um delírio" , companhia da letras, do biólogo evolucionista Richard Dawkins. São tão atrevidas as suas idéias, que provocam desconforto inclusive estre os próprios darwinistas.

PAVAROTTI MORRE, SEU CANTO NÃO

"Penso que uma vida pela música seja uma vida bem vivida, e foi a isto que me dediquei." Estas últimas palavras, publicadas em italiano e inglês, foram supostamente escritas pelo próprio Luciano Pavarotti para serem divulgadoas em sua página oficial na internet, na ocasião de sua morte. Tudo o que se podia acessar em seu site oficial na noite de ontem(06.09) era o epitáfio virtual acompanhado de uma foto que mostrava o tenor sorridente e as data 1935-2007.
Tive oportunidade de assistí-lo, no Rio, no espetáculo "Elixir do amor", quando da minha passagem pela UNE(União Nacional dos Estudantes).
Permanece outrosmonstros da música: José Carreras e Plácido Domingo e logo a vida parirá outros Pavarotti's, amém.
Pavarottiainda hoje encontrará-se-á com Enrico Caruso, outro incomparável.